O caseiro

Contado por Roberto Souto de Recife/PE há 1 ano atrás em Heterosexuais, Masturbação, Traição

Certo dia fui para casa de praia resolver uns probleminhas, que só quem tem casa na praia sabe. Ao chegar lá minha esposa resolveu que tinha de pintar o muro interno da casa, pois precisava mesmo desta pintura, foi quando eu pedi a ela que colocasse um short bem curto que ela tem e que fica com as pernas bem solta.

Ela é uma mulher e tanto, com seus 48 anos tudo encima um tesão . Naquilo de se abaixar para pintar deixava ver tudo até os beicinho da boceta que escapava pelos lado. Foi quando chegou o caseiro, um rapaz de 19 anos que aproveitei e o chamei para ajudar.

Aproveitar para desfrutar daquela visão que só eu estava vendo, sempre fantasiei em ver minha esposa sendo comida por outro homem em, dei varias dicas para ela e ela sempre se negou a isso, mais desta vez quando ela viu o rapaz atrás dela pintando.

Num lugar que tinha pedido a ele, pois ele ficava com toda visão da minha esposa, ela se assanhou e ficou mostrando sua qualidades, abaixava sem dobrar os joelhos até quase ao chão onde aparecia todas as suas sobrinhas da boceta, mais o rapaz ficou com vergonha de olhar então pedi para ele ver o que tinha atrás das pernas dela, pois estava meio distante perguntando a ele o que tinha nas pernas dela então ela se abaixou mais e pediu para olhar.

Ele olhou e respondeu que não tinha nada então eu disse que era mais encima que ele passa-se a mão para sentir. Foi o que ele fez passou a mão ate perto da sua boceta que eu notei que ela se estremeceu então eu fiz sinal para que ele ficasse segurando e subisse mais a mão ate encostar-se à sua xoxota.

Iria ver o que ela tinha nas perna, ao me aproximar alem de abaixada ela abriu mais as perna foi quando dei sinal para que ele passasse a língua naquela boceta que estava esperando por rola . A segurei porque a posição estava forçando muito as pernas dela enquanto o caseiro enfiava ate o fundo a língua naquela boceta, ela gozou rapidinho levanto e foi para o quarto.

Fomos-nos lavar as mãos, pois estava com tinta ao chegar no quarto ela estava deita de costa nua a nossa espera.O final eu conto depois.

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