Uma amiga me perguntou se eu tinha alguma história ou havia alguém que não dava para esquecer, bem, acredito que todos nós temos aquele alguém especial.
Então vou contar a história desse meu alguém especial, que conheci desde pequena. Mota, um homem muito especial mesmo, extremamente carinhoso, gentil e safado quando preciso.
Nós estávamos em um bar e ele era um ano mais velho que eu, branco, de olhos castanhos escuros e de estatura e físico normal. Fazíamos parte da mesma turma da infância, e saíamos todos para as baladas juntos. Nessa época estava sozinha embora, tivesse um rapaz super a fim de mim, um cara legal também.
Uma noite, estávamos todos voltando de uma festa quando o carro desse cara que era a fim de mim quebrou, nele estávamos eu e mais duas amigas. Mota parou atrás de nós e os dois ficaram olhando o defeito do carro dele. Não tinha jeito, fechamos o carro e ele pegou um táxi junto com duas amigas, eu e mais um amigo e a namorada que já estavam no carro do Mota e fomos embora juntos.
Mota deixou os dois, mais próximo da casa dela, e me levou para casa. No caminho vínhamos conversando como sempre fazíamos, até que ele de repente, do nada ele disse:
– Sabe Cristina você é um tesão de mulher, não é a toa que o Carlinhos, esta amarradão em você.
- Que é isso Mota – disse
- Sério você é um negócio de gostosa – disse rindo.
Eu estava há um tempo sem ninguém, mas, não gostava de me envolver muito com o pessoal da turma, porque depois, terminava, e tinha que ficar ali junto. Mas... Umas pegadas até que eu estava afim naquele dia, e o Mota era um cara atraente.
- Olha Mota na boa, o Carlinhos é muito legal, mas, não curto namorar ninguém da turma – disse falando normalmente.
- É to sabendo – ele disse – Mas, nem dar uma chance para nada? - Questionou com um ar diferente que eu entendi.
- Como assim chance para nada – disse dando uma de desentendida havia rolado muita besteira aquela noite e eu já tinha ficado meio a fim de dar uns pegas, podia ser até no Carlinhos que não era feio e até me chamava à atenção, mas só.
- Uma chance assim, de uns beijos, uns carinhos, nada demais – disse olhando de canto.
Pensei um pouco, e falei que se ferre, estou aqui mesmo, vamos ver o que dá isso. Então disse:
– Ah! Sei lá Mota, você por acaso esta me insinuando alguma coisa?
Ele sorriu e encostou o carro, a rua era bem movimentada, mas, parou assim mesmo, se virou e me deu um gostoso e molhado beijo. Nossa aquela boca, o álcool, o tempo sem ninguém, me ascendeu na hora. Correspondi. Nos beijamos por uns minutos, mas, ai ele disse:
– Vamos para um lugar mais tranqüilo?
Não estava afim ainda de dar, por isso disse:
– Só se for uma rua menos movimentada, não estou a fim de ir para nenhum outro lugar.
Ele deu partida no carro e já perto de casa ele disse:
– Tem algum lugar por aqui discreto?
Fomos até uma rua dois quarteirões acima da minha, um lugar tranqüilo, embora meio perigoso.
Começamos a nos beijar novamente, ele super carinhosos e sedutor, logo estava beijando meu pescoço, abrindo minha blusa e beijando carinhosamente meus seios, lambia deliciosamente os bicos e chupava delicadamente, tirando suspiros e mais suspiros de mim. Suas mãos acariciavam, minhas costas e coxas. Estava de saia, o que facilitou ele subir lentamente uma das mãos por entre minhas pernas até chegar a minha buceta totalmente molhada a essa altura, ele estava me deixando louca. Apertava as coxas, enquanto ele pressionava seus dedos contra minha buceta. Minhas mãos prendiam a cabeça dele contra meus peitos.
Ele alternava beijos em meus seios, pescoço e minha boca. Enquanto seus dedos massageavam por sobre a calcinha minha buceta super molhada. Ás vezes ele segurava um peito com a mão e prendia com suaves apertos no pico duro, tirando arrepios de mim. Ele era um homem que sabia agradar uma mulher. Estava já arrependida de não ter aceitado o convite para irmos a algum lugar mais tranqüilo, mas, agora seria ali mesmo.
Ele falava nos meus ouvidos, coisas como:
- Que peitos gostosos você tem, ou nossa sua bucetinhas esta toda molhadinha, que delicia.
Eu gemendo e beijando-o, desci uma mão até seu pau, estava duríssimo sob a calça, comecei a apertá-lo e até tentei abrir o zíper sem sucesso.
Ele se afastou e disse:
– Quer pegar nele?
Eu estava louquinha de tesão e fui bem mais direta que ele imaginava e disse:
– Na verdade eu quero é chupar esse pau, posso?
Ele sorriu safado, puxou o banco um pouco para trás, deitou o encosto um pouco e abriu a calça, expondo um cacete normal, mas, já achei bom de cara. Estava bem duro.
- Nossa esta do jeitinho que gosto – disse já segurando e me aproximando.
Segurei com uma mão e com a outra abri o máximo que deu a calça dele. Meu tesão falava alto, nem pestanejei. Meti na boca e comecei a mamar vigorosamente. Percebi que era bom aquele cacete e diminui as chupas para saborear mais aquele pau. Comecei a lamber a cabeça e gemer mais ou menos assim – Huumm que delicia de pica, huumm caralho gostoso, preciso enxugar e falando assim e gemendo chupava e lambia. Não punhetava, porque ele gozaria logo e queria saborear bem aquele pau gostoso.
Lambia ele todo, o talo, a cabeça, chupava tudo com gosto. Parava de chupar e ficava brincando com a língua na cabeça lisinha. Até que ele disse que iria goza.
- Vou gozar, vou gozar – gemia.
Nisso ele voltou a atacar meus peitos e começou a deitar o meu banco. Quando estava todo inclinado ele abriu minhas pernas puxou minha calcinha de lado e começou a lamber deliciosamente minha buceta, estava com tanto tesão que gozei quase em seguida. Estava ainda recuperando o fôlego quando vi que o cacete dele estava em pé novamente.
Ele me puxou e disse – Tira a calcinha e vem no meu colo.
Tirei a calcinha e montei nele de frente o volante atrapalhava um pouco então ele puxou mais o banco para trás. Seu cacete sumiu de imediato dentro da minha buceta, faminta que estava novamente. Eu rebolava e se mexia gostoso naquele pau.
Não estava mais nem ai se tinha alguém na rua vendo ou não, estava no delírio, gozei novamente e ele falou - Levanta que vou gozar.
Pulei de cima dele rápido. Ficamos um tempo só descansando. Depois eu disse que era melhor irmos embora.
Ele me deixou em casa e perguntou se teria outra vez, disse – Talvez querido, talvez.
Saímos uma vez para o motel, mas, foi esse dia que o fez inesquecível para mim.



3 Comentários
Ótimo conto, e uma atraente história.
É uma história normal dentro do carro com o perigo de alguem ver nada que muitos ja não fizeram, porem toda transa e muito gostosa.
fabiokulp@bol.com.br
Legal o seu conto...O meu esta em:
http://sexoeseducao.com.br/site/2009/08/comeu-meu-cuzinho-virgem-sem-do/
Se puder passa lá e comenta no meu também.
Bjs