A PESCARIA - I/5

Contado por Paulo Jeronimo há 1 ano atrás em Heterosexuais, Masturbação

Sexta feira um lindo dia de sol, fomos ao pesqueiro de um conhecido. Chegamos ainda cedo, por volta das treze horas, arrumamos tudo, limpamos o local, preparamos tudo pra curtir um bom fim de semana.

Quando a maioria dos amigos já estava na beira do rio, aparece uma linda senhora de uns quarenta anos aproximadamente, de boa aparência, dizendo-se moradora das imediações oferecendo-nos preparar as refeições por um preço razoável, o que aceitamos de comum acordo.

Ela morava com a mãe perto dali e não tinha nenhum problema em cozinhar para nós pois vivia disso. Ficamos conversando nós dois um bom tempo. Então ela se foi e nos pusemos a pescar. Quando chegou a hora do jantar, lá estava ela com tudo prontinho, um cheirinho gostoso de comida caseira.

Enquanto saboreávamos o jantar, percebi que ela conversava com um dos amigos lá fora sob umas árvores, e me pus a observar curioso. Em um momento eles se beijavam sem se preocuparem se havia alguém perto ou não.

Isso me deixou intrigado, mas, tudo bem a vida é dela e ela era um pedação de mulher. Mais tarde eu preparava alguns equipamentos dentro de um dos quartos da casa e ela veio puxar prosa.

Falou-me que morava com a mãe num sitio ali perto. Fizemos boa amizade. Mais tarde ela me pediu que a ajudasse a levar os utensílios pra casa dela e lá fomos nós. A mãe havia saído, e fiquei sabendo de muita coisa da vida de dona Izabel e nosso relacionamento foi aprofundando mais e mais, até que em um momento nos vimos abraçados e nos beijamos gostoso.

Dona Izabel beijava com gosto, com avidez, tinha lábios quentes, gostosos de beijar e entre caricias e sussurros nos despimos e nos entregamos a um amor gostoso, intenso. Eu chupava os bicos dos seios, ela gemia, procurava meu membro com as mãos, pegava, apertava, punhetava, sentia ele pulsando e crescendo na mão dela e ela gemia e sua respiração se agitava mais e mais.

Puxei-a pra cima de mim e iniciamos um sessenta e nove delicioso, eu metia a língua na bucetinha dela e ela mamava minha pistola com força, com prazer. Me posicionei entre as pernas dela e meti a pistola devagarzinho naquela buceta quente gostosa e fui metendo até chegar no fundo daquela gruta gostosa, quente.

Dona Izabel metia gostoso, gemia, rebolava, um tesão de mulher e eu metia cada vez mais rápido fazendo ela gozar logo e ela urrava de prazer e eu ali metendo tudo sem parar acelerando cada vez mais até que gozei. Gozei gostoso, inundando aquela buceta deliciosa apertada pro meu pau grosso. Ficamos ali um tempo até que repuséssemos nossas energias e começamos de novo a meter sem parar.

Ela gemia e pedia mais, mais, mais, e eu cedi aos desejos dela, fodemos mais uma vez, mais demorada agora e que delicia de mulher como ela metia gostoso. A segunda gozada foi mais gostosa que a primeira talvez por termos demorado mais.

Ficamos enroscados assim um tempo a pistola perdida dentro daquela buceta gostosa, nossos corpos abraçados até que nos separamos e nos pusemos conversar. Continuamos nus nos apreciando, olhares gulosos, ela acariciava minha pistola toda esporreada, ora dava umas mamadas gostosas, ora apenas acariciava gostoso e eu beijava seus bicos, metia a língua na sua boca.

De repente ela virou-se de bruços e pediu que a fodesse no rabo. Aceitei de imediato, parece que meu pau saltou quando ouviu esse pedido, então, passei a lamber o cuzinho dela, metia a língua dentro, ela gemia e pedia pistola. Mete querido, mete gostoso, fode meu cuzinho fode. Que pedido mais gostoso aquele.

Me coloquei entre as pernas delas ligeiramente abertas, pincelei o cuzinho encostei a cabeça e empurrei. Ouvi um gritinho gostoso, abri a bunda dela e empurrei mais, ela gemia eu empurrava. Em dado momento pediu pra eu parar um pouco. Fiquei dentro do rabo dela com a pistola grossa latejando de tesão, depois comecei foder de novo num vai e vem delicioso e lento.

Ela foi se acostumando com a pistola grossa latejando fodendo aquele rabão gostoso e iniciamos então pra valer um vai e vem forte continuo rápido. Eu a segurava pela cintura, metia a pistola todinha ela se remexia, gemia, chorava, mas dizia que tava ficando gostoso e que a dor tava amenizando.

Fodemos muito tempo até que eu cheguei ao gozo e ela me disse também vou gozar e então gozamos juntos, um gozo gostoso intenso. Não parei de foder mesmo depois de gozar e continuei fodendo aquele rabo e em dado momento não agüentei e fui diminuindo as estocadas.

Empurrei-a pra cama e me deitei sobre ela com a pistola dentro do rabo dela e ficamos assim um bom tempo nos curtindo gostoso. Nos beijávamos nos acariciávamos e ela pediu que tirasse, pois começava incomodá-la um pouco.

Tirei a pistola toda lambuzada de porra e nos deitamos lado a lado nos apreciando gostosamente. Ela sorria feliz e eu sorria saciado daquela mulher gostosa. Então nos abraçamos gostoso e ficamos assim um bom tempo chegando e adormecemos abraçados.

Não sei dizer quanto tempo ficamos ali abraçados e cochilando gostoso até que acordamos e fomos pro chuveiro para uma merecida ducha.

Tomamos um delicioso banho e então ela se abaixou e começou chupar meu pau limpinho, uma delicia de boca, não gozei pois não agüentava mais gozar mas ela me deixou doido de vez. Saímos do chuveiro, nos enxugamos um ao outro nos vestimos e fomos pra cozinha onde eu a ajudei a arrumar tudo, lavar as vasilhas, os talheres, enfim dei uma grande força pra ela.

Despedi-me e voltei pro rancho e fui alvo de muitas perguntas, mas, me esquivei de todas. O restante da noite se passou normal dormimos todos e no dia seguinte pescamos muito, limpamos tudo, pois estava chegando nossa deliciosa cozinheira para nos trazer o almoço.

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