A IRMÃ DA DONA JU

Contado por PAULO JERONIMO há 1 ano atrás em Heterosexuais

Pra quem não conhece, dona Ju é minha avó, mas ela prefere que a chame de dona Ju. Moramos juntos desde que eu era pequeno, pois, sou órfão. Sempre dormimos na mesma cama e eu até a idade de 15 anos, nunca havia sentido tesão como hoje sinto por ela. Bem, acontece que ela e eu hoje temos bom relacionamento intimo e nos damos muito bem. O que eu não sabia era que ela tinha uma irmã mais nova de cinqüenta anos e que ela estaria vindo passar uns dias conosco.

Então, após uma longa e deliciosa noite de foda, com dona Ju ela me disse que queria um favor. Eu teria que ir buscar dona Zilda, sua irmã, na rodoviária que estaria chegando pra passar uns dias conosco. É claro que fiz o favor pra dona Ju e fui buscar dona Zilda.

Cheguei na rodoviária, procurei pela descrição feita e logo localizei dona Zilda toda bonitona, charmosa e muito simpática. Nos apresentamos e eu a levei pro carro. Ela dizia estar muito contente em estar conosco que queria curtir muito essa visita à irmã.

Muito descontraída, se pôs a falar muito e em determinado ponto do caminho, ela meteu a mão no meu cacete e disse que tinha vindo por ter ouvido muito a meu respeito através da tia Marisa, uma sobrinha de dona Ju que havia ficado em casa uns tempos e que também fodi gostoso.

Dona Zilda é uma mulher muito bem feita de corpo, mulata, alta, um tesão de mulher. Disse que queria ser tratada como foi a sobrinha Marisa, e, que não aceitaria um não. Que fazer, né? Já de pau duro em certo ponto da estrada, desviei pra um motel discreto e la fomos nós nos conhecer. Dona Zilda não se fez de rogada, aceitou e logo meteu a mão por dentro da minha calça pegando o bruto já duro e grosso, tirou-o pra fora e começou punhetar gostoso.

Chegamos ao motel, entramos e ela com meu pau na mão, só o largou pra descer do carro e logo fechamos a porta do apto. Ela logo caiu de boca no meu pau e mamou como nunca havia mamado, acariciando meu saco e eu ali curtindo aquela fêmea gostosa com o maior tesão.

Nos despimos e pude ver que ela realmente tinha um corpo delicioso, sem gordura e fomos pro chuveiro. Abri a água continuei beijando e chupando aquela mulata deliciosa me abaixando e metendo a língua na sua buceta gostosa.

Ela gemia, se contorcia toda, pedindo pistola, então, eu me levantei peguei-a por trás, e comecei esfregar a pistola na buceta dela.
Acariciava seus peitos grandes duros pra idade e ela pedia e pedia pistola.
Então eu meti naquela buceta quente úmida e foi somente encaixar a cabeça, o pau sumiu dentro e ela gemeu e delirou.

Começamos então um vai e vem gostoso eu segurando ela pela cintura e metendo a vara toda com força, com firmeza, e ela gemendo de prazer.
Metia sem pensar em nada, apenas em foder. Que buceta gostosa. Meu pau ia e vinha gostoso, num frenesi total.
Logo senti que ia gozar, então, tirei o pau e esperei um pouco baixar a vontade de gozar.
Ela me disse querido eu já gozei e muito gostoso. Então eu a levei pra cama sem nos enxugarmos, passei a beijar dona Zilda inteirinha, nos lábios, nos bicos, na barriga, e ela se contorcia toda, ate que cheguei na buceta de novo e então ai fizemos um sessenta e nove gostoso e ela me chupava como louca.
Abracei-me àquela mulher com tesão intenso e enquanto ela mamava eu metia a língua dentro daquela buceta gostosa, deslizando para o cu dela.
Ela me chupava tão gostoso que logo gozei e enchi a boca de dona Zilda de porra. Ela não conseguiu engolir toda porra, engasgou mas não tirou a boca do meu pau e continuou chupando gostoso. Aaaaahhhhhhhhhh que delicia.
Paramos um pouco e ela começou falar de como ela teve vontade de me conhecer.

Tia Marisa ficou uns dias com vocês não foi? Então... ela me contou como você a fodeu durante toda estadia dela aqui e eu também quero.
Enquanto falava ela alisava minha pistola com aquela mãozinha gostosa, quente e eu acariciava os peitos dela, beijava a boca dela, levava minha mão na bucetinha dela e ela se abria toda. Logo meu pau ficou duro de novo e começamos foder novamente agora de frente.

Eu me coloquei no meio das pernas dela, pincelei a bucetinha com a ponta da pistola e meti tudoooooooooooo. Ela gemeu e se entregou todinha.
E eu comecei foder com vontade mesmo, me abraçando a ela e metendo a pistola sem parar, num ritmo alucinado, gostoso e ela gemia e dizia coisas gostosas.
Ficamos ali metendo gostoso uns bons vinte minutos, mamando aqueles peitos gostosos, fodendo aquela buceta deliciosa.

Ela gritava quando gozava e eu acelerava mais ainda os movimentos judiando dela.
Ate que ela disse que não agüentava mais e queria parar um pouco e eu continuei fodendo sem parar ate que gozei ... hummmmmmmm como gozei gostoso. Que buceta gostosa de foder. Ela então me disse, menino assim vc me mata de tanto foder.
E eu respondi a ela, que dona Ju não reclamava, e sempre queria mais, então ela me pediu pra foder um pouco seu cuzinho pois a buceta tava doendo já.

Adorei a idéia, tirei a pistola da buceta, virei dona Zilda de bruços, me coloquei entre as coxas dela e dei uma gostosa lambida no seu rabão.
Ela piscou aquele cuzinho gostoso e eu meti a língua sem dó.
Lambi gostoso enfiei a língua e depois dois dedos duma só vez e ela gritou, mas, eu não parei continuei fodendo aquele cu com os dois dedos.

Quando já tava bem lubrificado, encostei a cabeça da pistola naquele cuzinho gostoso e mandei ver. Ela gritou e pediu pra foder devagar e eu fiquei mais tarado ainda.
Assim que entrou a cabeça, abri a bunda dela e comecei empurrar a pistola devagarinho e ela gemia, urrava e dizia mete, mete mete.

E eu ia metendo devagar ate sentir meu pau todinho dentro daquele cu gostoso, então, eu comecei bombar gostoso pra foder de verdade.
Ela gemia, eu adorava e continuava foder. Havia momentos que ela chorava mesmo e eu não parava, metia tudo dentro daquele rabão gostoso, até que ela me disse que tava ficando gostoso e que eu podia meter do jeito que quisesse.

Então comecei foder com vontade, metia meu pau grosso todinho até o fundo daquele rabo gostoso, tirava e metia de novo sem parar.
Eu só ouvia ela gemer, gemer, gemer e meu pau ia e vinha gostoso já mais fácil naquele cu laceado e gostoso de foder.
Comecei acelerar a foda e ela foi ficando cada vez mais relaxada e a foda ficava cada vez mais gostosa. Metia fundo com força bem rápido e ela ia dizendo que tava gozando, gozando, gozando e eu fodendo gostoso, pondo e tirando o pau na bunda dela.
Acelerei mais e mais e meu pau começou doer de tanto meter ate que senti meu gozo chegando.

Me segurei nos ombros dela e disse.... segura dona Zilda, vou gozaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
Tome pistolaaaaaaaaaaaaaa aaaaaaaahhhhhhhhhhhhh aaaaaahhhhhhhhhhhhhhh dona Zildaaaaaaaaaaaaa to gozandooooooooooooooooooooo oooooooooooohhhhhh oooooooohhhhhhhhhhhhhhhh ooooooooooohhhhhhhhhhh gozeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii gozeeeeeeeeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.

Que deliciosa esporreada e dona Zilda dizia que bela metida meu lindo que pinto delicioso. Fiquei ainda dentro do rabo dela um tempo, deitado sobre ela e depois tirei a pistola me deitando ao lado dela totalmente satisfeito.
Ela se enroscou em meu corpo, nossas pernas se entrelaçando gostosamente, nos abraçamos, nos beijamos gostoso um bom tempo, até adormecemos assim.
Mais tarde fomos ao chuveiro tomamos uma deliciosa ducha e continuamos o caminho pra casa da dona Ju e em todo o resto do trajeto ela acariciou e mamou meu pau.
Tive que parar o carro debaixo duma arvore pra encher de novo a boca dela de porra, agora bem menos, mas muito gostoso.

4 Comentários

  1. adorei o seu conto e vindo de um homem falando assim é maravilhoso!!!!
    no fundo foi sexo mas com muito carinho!!!
    beijocas!!

    Por andreia  há 12 meses atrás
  2. cara isso foi tao exitante que eu tive ate que me masturbar gozei duas vezes e ainda quero mais

    Por fabiana  há 10 meses atrás
  3. e isso ai camarada. eu so acho tratante. bota um fone ai para ver se melhora

    Por mariano  há 5 meses atrás
  4. muito bom coma quantas vezes ela lhe der com amor

    Por maiano  há 5 meses atrás

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