A moça do café - Verídico

Contado por Juca Brito de Ponta Grossa - Pr há 1 ano atrás em Heterosexuais

Você queria saber como foi aquele dia do café, né? Então te contarei. Começou quando eu estava louco, parecia que eu subiria pelas paredes minha excitação estava no ponto máximo, eu não conseguia trabalhar, pois só pensava em transar... Melhor, só pensava em FODER!

Fui até aquela padaria tomar aquele café o que queria mesmo era encontrar a Bia e a encontrei muito elétrica e afiada. Ela parecia afoita em seu serviço respondia a todos, com respostas rápidas e muita picardia.

Ao vir atender-me, perguntou: ¨- O que eu queria?¨. Lógico que não pude responder claramente e o que me veio a minha cabeça foram:

- Quero aquele líquido quentinho que só você faz e me enche de prazer!

Veio então uma risada maliciosa e uma resposta ainda mais:

- No momento só posso oferecer o caldo preto que passei no saco do padeiro.

- Serve Respondi. Mas não me deixará completamente satisfeito. Hoje estou com muita sede e precisarei de muito mais.

Ela me entregou o copo e foi varrer o salão.

Tomei vagarosamente o café enquanto a observava varrer. Por sua vez a Bia também percebeu que eu a via e passou a fazer o serviço mais sensualmente.

Vez por outra, reclinava-se para alcançar com a vassoura algo mais distante e inclinando o corpo, deixava-me perceber o fino desenho de sua calcinha por baixo daquelas calças coladas (eram LEGS de ginástica).

Sua bela e redonda bunda declamava sua não tão distante origem afro, e as investidas com a vassoura sob as mesas, faziam minha imaginação gritar por uma viajem bem profunda.
Paguei e saí.
Voltei ao apartamento sem a certeza de uma visita almejada. Meu corpo pedia mais que o café, mais que uma bela olhada. E uma simples punheta não resolveria o problema, mas a dúvida se ela viria me matava. Voltei ao trabalho como forma de entorpecer meu instinto macho.

Por umas horas deu resultado o fogo abaixou e minha concentração estava quase perfeita. Dediquei-me totalmente ao trabalho, mas foi aí que a campainha tocou bem no meio da pior planilha que eu já tinha feito.

Atendi ao interfone com 75% da atenção no trabalho quando uma voz melodiosamente feminina acordou-me do transe profissional com um - ABRA!

Como um Tsunami, toda aquela energia voltou e cobrou muitos dividendos. Abri a porta quase sem respiração e engasgado na minha própria excitação.

A visão foi das melhores, aquela mulata estava ali bem a minha frente.vestida num justíssimo conjunto de ginástica que muito lhe fazia jus.

- Feche a porta logo, não quero ser vista! Disse ela passando por mim.

Fechei e tranquei a porta e ao virar-me, deparei com uma das mais belas visões que já tive. Contra a luz da tarde que entrava pela janela a Bia despiu-se velozmente brindando meus olhos com um corpo belo e muito bem desenhado que não tardei em junta-lo ao meu.

Não resisti. Contrário de todas as outras que assim vi, beijei a Bia apaixonadamente. Um beijo daqueles de juntar-nos dos pés à cabeça, passando principalmente por todas as partes mais quentes e sedentas do nosso corpo agora colados como um só.

Despi-me muito mais que depressa e voltamos aos beijos, ainda mais quentes e úmidos. Desta vez sentia todo o calor de sua pele ali, bem junto da minha. Foi maravilhoso sentir sua boca quente quase dentro da minha, sua língua úmida roçando a minha. E o melhor: Seus pelos púbicos em minha coxa.
Enquanto beijávamo-nos, ela abraçava entre suas coxas grossas e morenas, a minha coxa direita. Fazia então, um movimento sinuoso com elas, como se quisesse foder com minha perna esfregando seu clitóris em mim.

Não demorou nada e eu já sentia aquele caldinho quente descer em minha perna. Sua ejaculação, por muito pouco não fora seguida da minha ejaculação.

Eu estava muito firme! -Imagine você, naquela posição: Em pé, com uma perna logo a frente onde ela montava e com as bocas coladas, braços e abraços entrelaçados; pele na pele...- Onde você acha que estava meu pau ? Aninhado em seu ventre quente, lógico. Sua respiração acelerada fazia como uma massagem em minha glande que por muito pouco não explodira de prazer.

Descolamo-nos. Foi por pouco tempo. Tempo suficiente para acertarmos a respiração e definirmos o campo do embate final. Local onde finalizaríamos nossa corrida em busca do prazer máximo.

Foi à cama esta foi nossa escolha. Foi na cama, local até então sagrado e dedicado à minha amada esposa e que eu prometera a mim mesmo jamais violar.

Mas foi também na cama que tudo veio a valer realmente a pena. A Bia é quente, fogosa. Nós já tínhamos brincado, mas foder mesmo seria a primeira vez. E valeu. Como valeu!

Esta mulher caiu de boca gulosa sobre meu mastro que estava pronto. Fez de tudo para engolí-lo. Ora lambia, ora sugava. Ora beijava, ora mordicava. Mas sugar é, sem dúvida, seu melhor. Não tive dúvidas. Larguei. Gozei minha primeira porra num fortíssimo jato dentro da sua garganta.

Foi uma visão incrível: Eu sentado na beira da cama e ela debruçada sobre ele, sugando-o sem medo. E atrás dela, bem a minha vista um espelho refletindo sua boceta molhadíssima piscando de excitação. Fiz o que devia soltei meu orgasmo sem receio.

Minha surpresa foi maior do que a que eu achei que causaria a ela. Ela levantou- se sorrindo, pois tinha engolido sua primeira porra. Nem seu marido foi autorizado a lambuzar-lhe a boca. E a minha, ela não só quis como quis também engoli-la toda.
Posicionei-a de quatro com as pernas abertas, meus olhos encheram-se com aquela visão: Uma bunda morena e lisa com um cuzinho rosa e convidativo. E uma boceta tamanho médio, rosa úmida e vibrante (literalmente). Abaixei-me e beijei seu cu carinhosamente enquanto ele piscou de aprovação. Baixei mais senti o melhor aroma que nenhum perfumista jamais pôde reproduzir o aroma de cio. Algo com uma mensagem clara de desejo. Desejo forte de posse e de submissão.

Aspirei o perfume e degustei o sabor salgado e muito aromático daquela fonte de enorme prazer.
Sua gruta era quente, úmida e vibrante. Com pequenos espasmos de prazer ela acariciava minha língua exploradora e ao mesmo tempo enviava a mensagem da chegada de um orgasmo poderoso e carregado de sua melhor ejaculação feminina.

De quatro a minha língua penetrava sua boceta, minhas mãos acariciavam sua pele que arrepiava ao meu toque. O resultado foi prenunciado. Seu gozo chegou muito forte em jatos seguidos e acompanhados de seus gritos quase sufocados por um travesseiro que estava perto e foram por ela puxados com a finalidade de abafá-los, já que calá-los seria em vão.

Sem perder tempo ela vira-se para cima e ordena:

- Penetra-me agora!!!!!

Como um soldado obediente e atento e com a arma pronta, enfio nela, meu caralho como uma baioneta na sua carne quente. Sem demora nenhuma, estou todo dentro. Passo a socá-la forte e profundamente, o meu objetivo transparece de querer vará-la em cada estocada seguida.

Ela sente os golpes e a sua respiração segue minhas investidas com suspiros profundos a cada novo ataque. Aumento meu ritmo, mas ela não está nem um pouco vencida. De um golpe só, abraça-me com suas pernas à minha cintura e passa a seguir meu embalo alterando minhas investidas com as dela.

A luta parece mortal, a adaga luta com a bainha. No objetivo final de cansar mais o adversário nem um pouco um inimigo.

- Quem será o primeiro?

- Oh!... Empate!

Num espasmo uníssono, nossos corpos atingem seu máximo, juntos e profundamente. - Estou totalmente dentro dela, quando sinto uma sucção... Um forte aperto... Um calor súbito... Finalizado com um novo jato e um quase grito em meus ouvidos.

É... Durante o ato, abraçamo-nos e colamos nossos corpos para uma melhor ação.

Não há nada melhor prá mim do que sentir a chegada do orgasmo dela, junto com a minha própria explosão. É magnânimo!

Foi uma eternidade em poucos segundos. O chão e teto não se confundem não. Eles são uma coisa só! É isso: - Você não sai do chão e vai ao teto. Na realidade, um bom orgasmo, faz você ser parte tanto do chão, como do teto. Mas com o poder de encontrá-los simultaneamente, chão e teto, sem sentir-se pressionados por nenhum deles.

Agora a calmaria... O repouso...

Admiro o corpo dela, suas formas e seu desenho... E sua capacidade de amar.

Ele é lindo assim respirando. A luz que chega da janela lambe quente este corpo, confortando-o e preparando-o para o que será a luta final.

É... Não acabou ainda! Não estou satisfeito. Ela deixa claro, que também não!

O que se seguiu daí, foi uma conversa meio às avessas. Frases curtas saiam intermediadas de suspiros de um cansaço gostoso de sentir. Frases que mesmo assim, muito tinham a dizer. Frases como:

- ¨Nossa...¨

- Você é foda ...¨

- Você também...¨

- ¨Ufa...¨

O silencio não durou muito e os olhares para um teto cúmplice e mudo.

A respiração começa a voltar ao normal e com ela a certeza do que se tinha feito. Primeiro o lindo, o maravilhoso e o máximo.

Aí a consciência mais clara: A cama, o parceiro, a escolha, o mundo...

Religo-me com um olhar que vem do lado que me acorda (ou me adormece, de novo). Olho em seus olhos e vejo ternura, beleza, calor... Calor? É. Calor este olhar me aquece e quando me aquece me aquece mesmo!

Um selinho segue outro e outro. O beijo já é mais quente e longo.

Uma língua em minha boca esquenta mais e sinto que aí vem mais.

Os beijos são seguidos de abraços. O beijo já não mira só a boca, agora é o ombro o peito, os mamilos a barriga... E vai descendo.

Estou pronto, de novo. Os beijos me puseram em alerta.

Respondo com uma mão exploratória numa pele quente. Não sei o que me agrada mais, os lábios quentes da morena em mim, ou sua pele fogosa no meu tato.

Passo a mão em sua bunda ao mesmo tempo em que seus lábios chegam ao meu pau. Simultaneamente ela o engole, enquanto seu cu suga meu dedo todo.

As coisas esquentam entre nós. Ela passa a sugar-me e eu a penetrá-la com meu dedo. Os movimentos do quadril dela indicam seu desejo.

Saio da posição, ponho um travesseiro sob sua barriga, deito sobre suas costas e começo a penetrá-la por trás.

Ela sente dor, eu sei! Mas abre as pernas um pouco permitindo totalmente minha exploração peniana.

Vou entrando devagar e constante. Forte, mas nem tanto.

Sinto-o todo dentro, envolvido, apertado, justo. Minhas bolas batem em sua vulva molhada. Meus movimentos são curtos e profundos. Deito meu peito sobre suas costas, minha boca está em sua nuca mordiscando e lambendo-a, que em resposta, se arrepia enquanto sua respiração acelera. Meus movimentos se cadenciam à sua respiração. Um fundo e raso se precipita nos meus movimentos sexuais. Aumento as socadas, tanto em força, como em profundidade e velocidade.

O calor dos nossos corpos indica o teor de nossa relação.

Perdemos o medo da dor. O prazer vence. Forçamos mais. Agora o ritmo é ditado pelos dois corpos em movimento.

É o clímax. Um novo orgasmo chega prá mim. Não me deixo vencer com um novo jorrar de semem. Continuando o ritmo ainda mais forte, a espera do prazer dela, que chega com algo inusitado para mim.

O gozo anal dela é o mais forte!

Ela morde o travesseiro bem na hora do gozo, mas este fato não disfarça o resultado: - Ela ejacula muito forte pela vagina ( senti no saco) ao mesmo tempo que um óleo quente e perfumado envolve meu pau todo enfiado no rabinho dela.

- É! É isso mesmo! - Existe também uma certa ejaculação anal.

Quando saí de dentro dele, um ¨oleozinho¨ escorreu. Tinha um cheiro muito bom, cheiro muito diferente do da vagina. E principalmente MUITO AGRADÁVEL.

Ela estava quase que desfalecida na cama. Totalmente relaxada, mas muito contente e satisfeita.

Eu, realizado... UAU! Que trepada!

Levamos mais de meia hora nos recuperando, afinal trepamos por mais de uma hora e meia.

Ela quis um banho que fiz questão de ajudar, afinal aquele corpo precisava de um prêmio por tanto prazer que me dera. A Bia vestiu-se e saiu. Mas prometeu que voltaria muitas vezes mais.

Um Comentário

  1. Maravilhosa, já tive uma Bia, aminha era Jessica linda tomava sempre o café da manhã com ela.

    Por Francisco Oliveira  há 1 ano atrás

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