Eu e Erica somos amigas de longa data. Nossa amizade começou quando ainda éramos bem pequeninas e perdura até hoje. É claro que com escolhas diferentes, nossas vidas tomaram rumos distintos, mas sempre mantínhamos algum tipo de contato.
Em 2003, terminei um namoro, e no auge da solidão, precisando de um ombro amigo, acolhedor e familiar, não hesitei em ligar para minha amiga de infância. Ela, sempre divertida e animada, me chamou pra ir com ela a um show de uma banda de rock de uns amigos dela.
Na verdade eu não estava com vontade de sair, já não colocava o nariz pra fora de casa há tempos, mas estranhamente, aceitei de cara o convite. Me arrumando, comecei a sentir aquela sensação excitante de ser vista novamente, e quem sabe desejada. Optei por uma blusinha bem decotada e uma calça bem justa.
Quando chegamos ao lugar, achei tudo muito diferente, mas me senti à vontade imediatamente. Os amigos de Erica eram extremamente agradáveis e, mais do que isso, olhavam com tesão, comentando na cara dura como que ela havia me escondido durante tanto tempo.
Apesar de não gostar de rock, o show foi bem legal. As diversas doses de bebida, incluindo tequila, lógico que ajudaram. Quando bebo, tenho um problema. Bom, na verdade, depende do ponto de vista. Fico com muito tesão, com vontade de me exibir, me oferecer, de ser devorada mesmo, e eu já estava desse jeito há algum tempo.
Erica, preocupada comigo, sugeriu que fôssemos embora, mas eu comecei a protestar, dizendo que queria ficar, e logo me agarrei com o guitarrista da banda, Fabio, que aproveitou a oportunidade e acariciando minha cintura, me puxou com força, e como não disse nada, me deu um beijo na boca.
Delicioso, ardente, daqueles com direito a chupadinhas na língua, longo...que tesão. Senti que Erica se afastou e quando consegui localizá-la, vi que estava um pouco distante de mim. Após insistir muito ela disse que era apaixonada por Fabio há tempos e que ele era super galinha, só estava me usando, assim como usava ela.
Disse que tinham transado na noite anterior no carro dele enlouquecidamente, que tinha se arrependido até, porque tinha trepado sem camisinha e até sexo anal rolou. Fiquei um pouco abalada, chateada pela minha amiga, mas confesso que fiquei louca... Finalmente decidimos que era melhor terminar a noite e quando estávamos tentando pegar um táxi, Fabio chegou trazendo sua guitarra e insistiu para que pegássemos carona com ele. Erica hesitou bastante, mas no final concordou.
Deixei que ela se sentasse no banco da frente, e ele, sem nenhum pudor, no primeiro semáforo vermelho, tentou beijá-la, ela, cedeu. Não fiquei brava, ao contrário, fiquei com um fervor louco dentro de mim, sedenta por uma coisa carnal, usar aquele homem, que na verdade era um legítimo canalha. Paramos num super-mercado e compramos a vodka mais vagabunda que encontramos e 2 litros de coca.
Fomos para o carro, e dessa vez ele pediu para que Erica fosse dirigindo e eu fosse no banco do passageiro com ela. Enquanto isso, ele nos preparava "drinks" em copos descartáveis. Sorvia aquela bebida com tanto gosto a medida que ia percebendo o quanto o clima ficava mais quente, numa tensão sexual óbvia para mim e Fabio, já que eu muito abertamente cedia as suas gracinhas e brincadeirinhas maliciosas, já Erica, permaneceu mais séria.
Foi quando ele sugeriu que parássemos num motel, só pra bebermos tranqüilamente. Eu topei de cara, minha amiga, já pra lá de Bagdá, não teve grandes condições de opinar. É sabido que motel para três pessoas é bem mais caro, um quarto comum pode custar até o dobro do preço.
Paramos um pouco antes então e Fabio entrou no porta-malas. Pedimos um quarto chique, com pista de dança e tudo! Quando entramos...bela decepção: a "pista" era um tablado ridículo, minúsculo que acendia algumas luzes alternadamente. Pra você que está lendo esse conto, tenho que contar que na realidade essa foi à primeira das minhas histórias mais picantes envolvendo aspectos não tão convencionais. Sempre gostei muito de sexo, desde bem pequena, de me masturbar assistindo furtivamente vídeos pornôs do meu pai, essas coisas de criança. Mas fora isso, até então, minhas peripécias sexuais tinham sido apenas com meus ex-namorados.
Logo quando entramos, eu já comecei a dançar, ao som de uma música alta que Fabio já havia colocado. Puxei Erica comigo, e ela, agora já absorvendo um pouco mais o espírito da coisa, já que não é nenhuma santa nem nada, dançou comigo sensualmente. Tirei a blusa dela e ela tirou a minha.
Ficamos ambas de sutiã, eu com um branco e ela com um preto. Fabio estava delirando. Muito espertinho, ele não tinha colocado uma gota daquela vodka horrível na boca, ou seja, estava bem ciente de tudo, aproveitando plenamente. Ele permanecia só observando, enquanto eu, já bem louca, tirei a calça, e comecei a enfiar a calcinha na bundinha, empinando-a para ele.
Fiz o mesmo com a de Erica e dei uns tapinhas em sua bunda. O clima estava descontraído, era mais como uma brincadeira obscena entre adultos. Fabio sugeriu que fôssemos para a banheira, afinal, sem que percebêssemos ele já tinha enchido e colocado os sais. Nós entramos de calcinha e sutiã, ele entrou de cueca.
Mas no meio da bagunça toda, tirou a cueca, anunciando que estava nu. Não resisti e comecei a tateá-lo, primeiro na coxa, depois na virilha, o saco, e depois o pau. Gente...o maior pau que eu já vi em toda minha vida. Nesse momento as coisas começaram a ficar sérias, pois ninguém brincava mais, não havia zombaria, nem risadinhas, havia tesão. Enquanto eu acariciava seu pinto duríssimo, ele me beijava, e apertava meus peitos com tanto força que chegava a doer.
Quando nos lembramos de Erica, a vimos em um canto da banheira, se masturbando sozinha, gemendo baixinho. Ele não agüentou a cena e a puxou para si, não num beijo, mas em lambidas. Ele lambia seu rosto inteiro, seu pescoço, a nuca a orelha e eu louca, pedi que fizesse o mesmo comigo. Enquanto ele enfiava sua língua de leve na orelha, senti dedos, que tateavam em busca da minha xoxota, e não eram os de Fabio, mas sim os de Erica. Abri bem as pernas para que ela a encontrasse mais facilmente, e ela começou a enfiá-los bem devagarzinho. Pedi que colocasse três, porque gosto de bastante pressão na buceta e ela obedeceu.
Quando finalmente fomos para cama, nos atracando mutuamente, foi a vez de chuparmos em parceria o nosso amante. Enquanto eu chupava a cabeça, Erica chupava as bolas, e nos intervalos nós nos beijávamos, roçando a língua uma na outra, com a boca bem aberta para que Fabio contemplasse tudo o que estava acontecendo. Eu já não agüentava mais de tesão, e pedi, implorei para que ele me comesse.
Sentei no pau dele de uma vez só, doeu demais, foi como se fosse virgem novamente, mas mesmo assim o prazer não foi comprometido, pois ele era muito grande e com uma pequena pitada de dor, fica ainda mais gostoso. Como gosto de ser comida enquanto enfiam o dedo no meu cu, guiei a mão de Erica para lá, e ela, sem cerimônia, deu uma cuspida no dedo, e começou a enfiar, mas para minha surpresa, ela chupou o meu cu também. Que delícia ser fudida desse jeito, mas estava faltando ainda outro elemento que pra mim é fundamental: uns tapinhas.
Pedi que Fabio me batesse, o que ele levou realmente a sério. Cada pancada na bunda me fazia estremecer de tesão. Ele me batia, puxava meu cabelo e eu rebolava bem forte naquela rola descomunal em retribuição.
Até que tudo ficou tão selvagem, que quando percebi estava levando tapas na cara, sendo chamada de puta e levando cuspidas também na cara, nem preciso dizer que adorei, que pedia mais, pra ser chamada de puta, vagabunda, pedia pra que ele falasse o quanto minha buceta era gostosa de fuder, essas coisas.
De repente vi que minha amiga estava sendo negligenciada. Eu nunca tinha chupado uma buceta antes, no entanto, quem ta na chuva é pra se molhar. Nunca tive também nenhum tipo de repugnância o que facilitou no processo, e quando se está tão excitada como eu estava, se faz praticamente, absolutamente qualquer coisa. Coloquei-a deitadinha na cama com as pernas bem escancaradas.
Sua xoxota era bem peluda, mas com os lábios proeminentes e carnudos, não tive dúvida, enfiei a cara inteira naquele montinho. Eu chupava, lambia, enfiava a língua e os dedos, ela, gritava. Fabio ficou um pouco esquecido, quando eu comecei a sentir a cabeça de seu pau forçar a entrada do meu cu.
Ele dizia que já estava amaciado, que podia enterrar gostoso então. Eu pedi pra que ele não colocasse tudo, pois doeria demais devido ao tamanho. Levei um tapa na bunda e um puxão forte nos cabelos. Ele pediu pra que cuspisse no seu pau, deixando a saliva escorrer por ele todo para que ficasse bem lubrificado.
Eu continuei a chupar Erica, ela já havia gozado uma vez, mas eu queria mais, seu gosto levemente azedinho me inebriava, e eu atolava cada vez mais minha cara na sua xoxotinha peluda. Fabio começou a enfiar bem gostoso, eu não conseguia me conter, rebolava no pau dele, quase desesperadamente, queria que ele enfiasse, que ele me fudesse, e foi o que ele fez. Acabou enfiando tudo de uma vez, ele socava e estocava, me chamava de puta, vadia, piranha e tudo quanto é nome.
Pedi pra que ele colocasse a mão na minha xoxota, o que ele fez. Sim, eu disse a mão. Eu queria me sentir arregaçada, totalmente invadida, e ele foi forçando o quarto dedo, até conseguir colocar o quinto e eu gritava de prazer, até que finalmente ele avisou que ia gozar e tirou o pau do meu cu e mandou que nós duas ficássemos em sua frente para que ele pudesse esporrar em nossas caras.
Foi delicioso...um jato de porra quente, logo eu e Erica começamos a nos lamber de novo e ela a esfregar a sua buceta nas minhas coxas. Nos entregamos a um 69 lésbico frenético, enquanto ela enfiava de novo os dedinhos no meu cu ( como ela já havia aprendido que eu gostava)e eu a chupava, dando tapinhas em sua buceta maravilhosa.
O final da noite não foi muito divertido, tanta bebida nos fez passar muito mal, mas nem isso ofuscou o brilho, a magia, o prazer de uma noite de tanta sacanagem inusitada. Após esse episódio, nos aventuramos outras vezes em fantasias do tipo, mas com o Fabio nunca mais. Ele mudou de cidade, e agora só temos contato esporádico por msn. Nem preciso dizer que essa noite ficou marcada para ele, e vira e mexe é tema de nossas conversas.
A paixonite de Erica por Fabio ficou pra trás quando ela percebeu que ganhara mais em uma única noite de prazer do que em meses babando ovo por ele. Afinal, ela percebeu que a real é que ele não tinha muito mais a oferecer além de um bom sexo e um pinto fabuloso.



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