Eu sou a garota mais sortuda do mundo quando o assunto é sexo. Meu namorado tem trinta e um e eu vinte e três. Essa diferença de idade me deixa com uma sensação gostosa de ninfetinha dele, a putinha que ele cuida e usa do jeito que quiser. E ele é obcecado pelo meu cuzinho. Obsessão mesmo. Desde o primeiro dia em que enfiei a pica dele lá dentro, minha vida mudou. Agora só penso nisso. Meu cu virou o centro do nosso universo.
Hoje começou cedo. Ainda de manhã, deitados na cama, ele já estava com dois dedos enfiados no meu buraquinho. Eu dormi com eles lá dentro, apertadinhos, e acordei gemendo baixinho. Ele sorriu contra meu pescoço e sussurrou:
– Acordou molhadinha, hein, sua putinha de cu guloso?
Eu só consegui rebolar devagar, sentindo os dedos dele se mexerem lá no fundo. O cuzinho já estava macio de tanto uso. Ele tirou os dedos devagar, puxou as bochechas da minha bunda e cuspiu bem no meio do buraco. A saliva escorreu quente e ele enfiou a língua de uma vez. Eu gritei.
– Aaaaaah porra… lingua no cu… assim… mais fundo!
Ele abria meu buraquinho com a boca, chupava as bordinhas, metia a língua bem fundo e babava tudo. O som molhado me deixava louca. Eu rebolava a bunda na cara dele, pedindo mais. Ele ria e falava com a voz rouca:
– Esse cuzinho é meu. Apertadinho pra caralho. Olha como ele se abre pra língua do papai.
Quando minha bunda já estava toda babada e o cu piscando sozinho, ele se ajoelhou atrás de mim. A pica grossa já estava dura pra porra, veias saltadas. Ele esfregou a cabeça no meu buraquinho e eu gemi alto só de sentir.
– Mete… mete no meu cu agora… quero sentir essa pica me arrombando.
Ele empurrou devagar. A cabeça entrou e eu soltei um gemido desesperado. Meu cu apertou em volta da pica dele com força. Ele gemeu junto.
– Porra, que aperto do caralho… seu cuzinho me engole inteiro.
Fui descendo a bunda devagar, sentindo cada centímetro entrar. Quando a pica toda estava dentro, até as bolas batendo na minha buceta, eu comecei a quicar. Devagar no começo, depois mais rápido. Meu cuzinho fazia barulho molhado a cada subida e descida. As preguinhas se abriam e fechavam gostoso em volta da pica. Eu rebolava em círculos, apertando e soltando o cu de propósito. Ele segurava minha cintura e falava:
– Isso, rebola nessa pica. Usa o cuzinho pra gozar. Você é minha cachorrinha que ama dá o cu.
Eu gozei pela primeira vez ainda com a pica toda dentro. O orgasmo veio forte, o cu se contraindo loucamente em volta dele. Eu tremia e gemia sem parar:
– Aaaaaah to gozando pelo cu… porra… meu cuzinho tá molhando na sua pica…
Ele não parou. Continuou metendo enquanto eu ainda tremia. Depois me virou de quatro e começou a foder de verdade. Estocadas fundo, a pica saindo quase toda e entrando de uma vez. Cada vez que batia fundo eu gritava. A buceta escorria porra nenhuma, mas o cu estava todo molhado de saliva e do pré-gozo dele. Ele metia e falava putaria sem parar:
– Olha esse cu se abrindo. Tá larguinho pra porra agora. Ontem mal cabia dois dedos, hoje engole a pica inteira.
Eu rebolava pra trás encontrando cada estocada. O som de pele batendo em pele enchia o quarto. Minha bunda balançava. Eu enfiava a cara no travesseiro e gemia alto:
– Mais fundo… arromba meu cu… quero sentir essa pica no fundo da minha barriga…
Ele puxou meu cabelo e meteu ainda mais forte. Eu sentia as bolas dele batendo. De repente ele parou fundo, a pica latejando, e gozou. O leitinho quente encheu meu cuzinho. Eu senti cada jato. Gemi desesperada:
– Aaaaaah tá gozando no meu cu… enche… enche esse buraquinho…
Ele ficou metendo devagar enquanto gozava, empurrando o porra bem fundo. Quando saiu, o cuzinho ficou aberto e escorrendo leite branco. Ele se abaixou e chupou tudo. Língua entrando no buraco sujo de porra, limpando, chupando. Eu gemia e tremia de novo.
Depois disso a gente só parou pra comer e tomar banho. No banho ele me encostou na parede, abriu minha bunda e enfiou três dedos de uma vez no cu ainda mole. Eu gemia com a testa na azulejo.
– Já tá querendo de novo, sua puta. Esse cu não tem sossego.
Ele masturbou meu clitóris enquanto dedava o cu. Eu gozei em pé, pernas bambas, cuzinho apertando os dedos dele. Depois me ajoelhei e chupei a pica suja de porra e de cu. Engasguei de propósito, deixando saliva escorrer. Ele segurava minha cabeça e falava:
– Isso, mama a pica que acabou de sair do seu cu. Engole tudo.
À tarde a gente ficou no sofá. Ele assistia TV com dois dedos enfiados no meu cu o tempo todo. Eu deitada de bruços no colo dele, bunda no ar, enquanto ele mexia os dedos devagar. De vez em quando ele puxava os dedos, cuspia no buraco e enfiava de novo. Eu gemia baixinho e rebolava. Quando a pica dele ficou dura de novo, eu subi em cima. De costas pra ele, enfiei a pica no cu sozinha. Desci devagar, sentindo o volume grosso me abrir. Comecei a quicar gostoso. O sofá rangia. Eu rebolava e apertava o cuzinho a cada descida.
– Olha como meu cu tá engolindo sua pica… delícia…
Ele segurava minhas nádegas e abria mais, assistindo a pica sumir e aparecer. Gemia alto:
– Porra, esse cuzinho é viciante. Quica mais forte. Quero ver ele se abrir.
Eu quiquei até as pernas doerem. Gozei de novo, o orgasmo subindo pelo cu e explodindo na buceta. O cuzinho se contraía louco. Ele segurou minhas ancas e meteu pra cima, gozando mais uma vez dentro. O leite escorreu pelas minhas coxas quando eu levantei.
À noite a brincadeira continuou. Ele me colocou de quatro na cama de novo. Dessa vez usou os quatro dedos. Meu cu estava tão mole e treinado que aceitou. Eu gemia desesperada, a bunda tremendo.
– Quatro dedos… porra… tá me alargando…
Ele mexia os dedos em círculos, abrindo, fechando, tocando fundo. Depois tirou e enfiou a pica de uma vez. A diferença de volume fez eu gritar. Ele fodeu forte, sem dó. Cada estocada fazia meu corpo inteiro balançar. Eu gozava sem parar, um orgasmo atrás do outro, o cu se contraindo e milhando em volta da pica.
– Goza no meu cu de novo… enche… quero sentir quente…
Ele gozou pela terceira vez no dia. Jatos fortes, profundamente. Depois deitamos de lado, a pica ainda dentro do meu cuzinho, latejando. Ele beijava meu pescoço e falava baixinho:
– Seu cu é meu vício. Amo como ele aperta, como ele goza, como ele engole tudo. Você é minha ninfetinha de cu guloso.
Eu apertei o cuzinho de propósito e gemi:
– E eu amo ser a putinha que dá o cu o dia inteiro pra você. Sem vergonha nenhuma. Pode usar quando quiser.
Ele riu e começou a mexer a pica devagar de novo, ainda dentro. Eu já sabia que a gente ia foder mais uma vez antes de dormir. Meu cuzinho não tem sossego mesmo. E eu amo cada segundo disso. Cada dedo, cada língua, cada estocada, cada gozada fundo. Somos um casal sem tabu nenhum. Sexo delicioso, sujo, intenso. E meu cuzinho é o rei de tudo.