Naquela noite eu saí decidida. Vestido bem curto, preto, colado, que mal cobria a bunda. Por baixo, só um fio dental minúsculo, que entrava no meio das nádegas e deixava minha bucetinha praticamente livre. Sem sutiã. Os biquinhos marcados no tecido. Eu estava com uma amiga tão safada quanto eu, e a gente combinou: essa noite é para ser putinha. Sem compromisso, sem frescura, sem voltar cedo para casa.
A balada estava lotada. Música alta, gente suada, cheiro de bebida e desejo. A gente dançava no meio da pista, rebolando uma para a outra, chamando atenção de todo mundo. Eu sentia os olhares. E adorava. Minha xoxota já estava meladinha antes mesmo de qualquer coisa acontecer, e eu falava para a minha amiga no ouvido dela e ela respondia que estava ardendo de tesao também. Só de saber que estavam nos olhando, que nosso vestido subia a cada movimento, que o fio dental deixava tudo à mostra se alguém olhasse de baixo. Eu estava molhada.
Foi quando a gente viu eles. Dois amigos solteiros no bar, copos na mão, olhando para a gente sem disfarçar. Eles se entreolhavam, riam, comentavam alguma coisa. A gente fingia que não via, mas via tudo. Rebolava mais, passava a mão no corpo, deixava o vestido subir. Até que um deles veio. Depois o outro. Em pouco tempo estávamos os quatro conversando, bebendo, rindo. Os dois eram gostosos. Um mais alto, ombros largos, sorriso safado. O outro mais baixo, mas com um corpo forte e um olhar que já dizia tudo.
A gente ficou com os dois. Beijei os dois. A amiga também. A gente se pegava no meio da pista, mão passando por baixo do vestido, pau duro por cima da calça. Eu sentia os dois. E os dois eram pauzudos. Em determinado momento, um deles cochichou no meu ouvido: “Vamos para um lugar mais tranquilo.” Eu olhei para minha amiga. Ela sorriu e acenou com a cabeça. A gente chamou um carro e fomos para o motel. Os quatro. Ninguém ia dormir cedo naquela noite.
No motel, a coisa esquentou rápido. A gente se dividiu. Eu fiquei com o mais alto, ela com o outro. Mas o quarto era só um, então tudo acontecia no mesmo ambiente. A cama era grande, e a gente não se importava. Eu via minha amiga de rabo pro ar sendo comida, e ela me via de joelhos chupando o pauzudo do meu. Era putaria pura. A gente gemia uma para a outra, ria, se olhava. Em determinado momento, os dois caras se juntaram na beira da cama, um do lado do outro, pau na mão, batendo. A gente se agachou na frente deles, minha amiga e eu, lado a lado. E começamos a mamar os dois ao mesmo tempo. Cada uma com o seu, mas coladas, ombro no ombro, boca cheia.
Eu chupava o meu com vontade, sugando, engolindo, olhando para cima. Minha amiga fazia o mesmo com o dela. Os dois gemiam, seguravam nosso cabelo, falavam putaria. A gente alternava. Eu chupava um, depois o outro. Ela também. Em determinado momento, a gente trocou. Eu peguei o pau dela na boca e ela o meu. Os caras ficaram loucos. “Caralho, que delícia”, um deles falou. A gente continuou, sem parar, até que os dois avisaram que iam gozar. “Na boca”, eu pedi. “Goza na nossa boca.” E eles gozaram. Os dois ao mesmo tempo. Jatos quentes na minha língua, na língua dela, escorrendo pelo canto da boca, misturando com a baba. A gente engoliu tudo, lambendo os lábios, limpando um do outro.
Aí eu olhei para minha amiga. Ela olhou para mim. Com a boca ainda melada de porra. E a gente se beijou. Um beijo molhado, gostoso, com gosto de sexo e de macho. A gente se beijou ali, na frente dos dois, que ainda estavam ofegantes, olhando para a gente. Foi o fechamento perfeito. Duas putinhas safadas, boca cheia de porra, se beijando depois de mamar dois pauzudos. Melhor noite da minha vida.
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