A deliciosa senhora da Limpeza

Se há coisa que detesto é fazer a lida da casa, por isso já há alguns anos pago a alguém para isso, já passaram algumas aqui por casa, umas porque não gostei da maneira que limpavam a casa, outras passado uns tempos arranjaram outro trabalho, outras porque não valiam o dinheiro que pediam. Em 2024 vi um anúncio de uma

senhora a oferecer os seus serviços de lida doméstica que me agradou e contactei a Augusta, que era uma mulher com cerca de 50 anos, gordinha devia ter uns 90 kg, ar de dona de casa, com muito boa disposição, foi a que mais gostei, pois quando chegava a casa, tinha a casa sempre bem limpa e arrumada, a roupa passada e arrumada, e deixava sempre uma boa gorjeta por gostar realmente do trabalho dela. O normal era ela começar o trabalho às 9:00 e ir até as 14:00. Agora vamos ao que interessa…

Há tempos no meu trabalho tivemos um ataque informático de ransomware, deram imediatamente ordens para desligar computadores, retirar cabos de rede e todo pessoal foi dispensado nesse dia às 11:00, pois a equipa de informática ia ter de tratar do problema e não podíamos trabalhar, juntamente com alguns colegas fomos almoçar e pelas 15:00 fui para casa onde cheguei as 15:30, a Augusta já devia ter ido embora por isso ia ter o resto da tarde só para mim. Pensei eu. Ao chegar a porta de casa oiço barulho, ouvi uns gemidos. O que se passa aqui? Pensei, abri a porta sem fazer barulho, aí já consigo ouvir melhor, uma música de fundo acompanhado de gemidos vindos da sala, vejo a Augusta nua no meu sofá a ver um filme porno e a esfregar a buceta enquanto na televisão passava um filme lésbico.

Foda-se não estava nada à espera disto, fiquei sem reacção, a Augusta como não tinha percebido ainda que eu a estava a observar pois estava atrás dela continuava a masturbar-se e a falar coisas como: Isso mama-lhe a buceta, suas porcas, aí que me apetecia tanto essa boca a chupar-me toda, aí se eu fosse vinte anos mais nova não me escapavam putas como vocês.
Fiquei incrédula com o que via e ouvia, mas ao mesmo tempo comecei a ficar com calores e até já estava a olhar para a dona Cidália com outros olhos.
– Boa tarde dona Augusta.
– Ahh, Foda-se, que susto.

Els apressou-se a cobrir o corpo e ficou vermelha como um tomate, sem saber o que dizer.
– Menina Sara, desculpe, eu vou já embora, que vergonha.
– Calma dona Augusta, não fique assim. Eu não estou zangada. Vista-se à vontade e depois venha falar comigo.
Fui para o meu quarto trocar de roupa, ou melhor tirei a roupa e vesti um roupão de cetim, ficando nua por baixo, vou provocar a empregada…
– Menina Sara.
Ouvi ela a chamar, fui ter com ela à sala.

– A menina desculpe, eu vou embora e não apareço mais, não vou levar o pagamento do dia.
– Espera Augusta, não a mandei embora, e como disse à pouco, eu não estou zangada. Mas conte-me o que aconteceu para ficar assim no meu sofá.

– Olhe, nem sei como explicar, a menina sabe que eu gosto de ouvir o que o que vão falando nos programas da da Cristina, mas quando liguei à televisão estava a dar num canal com filmes destes, mudei para o programa da Cristina, mas fiquei sempre com a ideia na cabeça e sabe, o meu marido já não me procura tantas vezes como antigamente e eu ainda gosto muito de sexo, que quando acabei o serviço não resisti a ver um bocadinho, sei que a menina só chegaria mais tarde , mas sabe como é, a carne é fraca e o desejo já era muito e acabei por me tocar e até que a menina chegou. Pronto olhe foi isto que se passou. Espero que me perdoe.

Eu ouvi tudo em silêncio.
– A Augusta sabe à quanto tempo eu a estava a ver?
– Aí a menina já estava aí à mais tempo, aí que vergonha.
– Estive uns 10 minutos a vê-la. Pude ver que estava a ver um filme só com mulheres e a gostar, pelo menos pelo que ia dizendo no tempo que a estive a ver
– Sabe, eu quando era mais nova, antes de casar com o meu Antônio, a modos que tive umas experiências.
– Com mulheres?
– Isto foi lá na aldeia, havia outra garota da minha idade na altura e que…

– Sim? Vocês fodiam as duas? É isso que me quer dizer.
– Sim, mas tinhamos 18 anos, éramos umas garotas, mas depois conheci e casei com o meu marido e sempre fui fiel.
– Mas pelos visto ainda tem vontade de repetir a experiência.
Desapertei “sem querer” o roupão, deixando que ela visse o meu corpo nu por baixo.
– Oh menina, eu ter vontade … Vi as moças ali na televisão e lembrei de como era tão bom, mas já tenho 53 anos, tou gordinha, acha que alguma mulher me quer? Além disso já passaram mais de 30 anos desde a última vez, já nem sei como se faz.

Ela enquanto dizia isto olhava para o meu corpo e vi desejo no olhar, ela percebeu que eu a estava a provocar.
– Não diga isso dona Augusta, nunca se sabe, quando não estamos a espera pode aparecer alguém que nos faça feliz.
– Oh menina Sara, a menina está nua por baixo do roupão e
– E? Pelo seu ar parece que está a gostar do que vê. Não está?

Assim que acabei de falar agarrei a mão dela e pus na minha mama esquerda, a Augusta apalpou a minha mama, aproximei da boca dela e beijei-a ela ainda estava meio aparvalhado, mas rapidamente começou a beijar com vontade, ela não parava de me apalpar as mamas, que logo começou também a chupar e a mordiscar os meus biquinhos. Agarrei na cabeça dela e direcionei para a minha buceta que já pedia para ser chupada. A dona Augusta podia não chupar uma buceta a 30 anos, mas ainda sabia como o fazer.

– Ahh dona Augusta, afinal ainda sabe como se chupa uma buceta.
– Humm que saudades eu tinha disto. E não me chame dona menina.
– Então também não me chames menina, chupa Augusta chupa.
– Isto ainda é melhor do que me lembrava.
– Então chupa, chupa-me a buceta que eu gosto tanto.
E ela chupou até me vir, adoro assim.
– Tira a roupa e vamos para o quarto que estamos mais à vontade.

A Augusta tirou a roupa e fomos para o meu quarto, ela ainda tinha um bom corpo, ai foi a minha vez de lhe beijar as tetas e procuro logo a buceta dela, que estava quentinha e ensopada, meus amigos e amigas está mulher é fogo, brinquei muito com as suas tetas que nem eram descaídas, chupei, apertei, lembi, mamei. Continuei a esfregar-lhe a buceta.

– Ai patroa, tão bom, não pare menina Sara.
– Para de me chamar assim, só Sara.
– Então não pares Sara que é tão bom.
– Agora vou provar esta buceta.
Mergulhei no meio de suas pernas, onde provei o néctar da Augusta, ela estava completamente molhada.
– Aiii simm, mama a minha buceta, chupa bem. Ahh caralho que eu já nem sabia como isto era bom. Mais mais, não pares caralho, aí que é tão bom.

A Augusta agarra a minha cabeça para não parar de lhe chupar. Eu estava a gostar cada vez mais dela, sem saber tinha aqui uma mulher sedenta de sexo e com desejos reprimidos.
– Põe-te de gatas (de 4).
– O que é que vais fazer?
– Já vais ver.
A Augusta ficou de gatas, ela tem um rabo enorme, não resisti a dar-lhe uma palmada para a seguir voltar a chupar-lhe a buceta e umas lembidelas no cuzinho.
– O que é isso?
– A minha língua a passar no teu cu. Gostas? Eu sei que gostaste.
– Eu nunca fiz nada disso, mas é bom.
– Queres mais?
– Sim quero, puta que pariu, que isso é bom.
Por um bom bocado a minha boca dedicou-se ao cu e à buceta da Augusta. Depois de uns 20 minutos ela veio-se num delicioso orgasmo.

– Nunca me vim assim. Preciso ganhar folgo.
– O teu marido não te chupa assim?
– Não, nem assim nem de outra maneira. Qualquer coisa que não seja o sexo normal ele diz que coisa de putas.
– Então sê uma puta, aproveita as coisas boas da vida.

A Augusta ficou em silêncio um bocado, depois saiu da cama e foi beber água.
Eu fui, com ela até à cozinha , acendi um cigarro e fiquei a pensar se fui um bocado longe de mais com ela. Quando sem esperar ela abraça-me por trás e diz.
– Acho que tens razão, não tenho aproveitado muito não. Mas hoje estou a sentir coisas que à muito tinha esquecido.
A Augusta agarrou-me as mamas e disse-me ao ouvido:

– Quero mais…
E começou a beijar o meu pescoço, as suas mãos percorriam o meu corpo, ela continuou a beijar e a descer, ela estava já de joelhos atrás de mim, afastei mais as pernas e apoiei as mãos na bancada da cozinha, ela agarra o meu rabo com as duas mãos, afasta as minhas nádegas e sinto a língua dela no meu cu, com uma mão começa a esfregar a minha buceta. Eu peço para ela me enfiar os dedos na buceta, ela prontamente o faz e aumenta o ritmo.
– Sim, não pares, mais, estás a ficar uma puta safada Augusta, enfia mais um dedo.

– Posso estar a ficar, mas tu és bem mais que eu.
– Ahh enfia os dedos na minha buceta enfia, foder a minha buceta com os dedos. Vais me fazer vir outra vez, puta que pariu.
– Então vem – te Puta. Que só vou parar quando te vieres.
Minutos depois tive o segundo orgasmo do dia com a Augusta a chupar a minha coninha.
– Vamos voltar para a cama.

Pelo caminho não nos largamos entre beijos e carícias, na cama deixei a Augusta deitada de lado e encaixei a minha buceta junto com a dela e fizemos a chamada luta de tesouras, as nossas bucetas esfregava uma na outra, que sensação maravilhosa.

De seguida fui a gaveta buscar um dildo duplo, essas coisas não faltam aqui em casa 😉 e continuamos a fazer o mesmo, mas desta vez com as nossas bucetas preenchidas com o meu brinquedo. Não sei quanto tempo passou até mudarmos de posição, mas uns 15/20 minutos certamente, até que já estava com vontade de chupar outra vez a Augusta (simplesmente adoro sexo oral, seja à mulher ou ao homem), desta vez fui para cima dela, o 69 deve ser das posições que mais gosto e desta vez eu é que não parei até ela ter mais um orgasmo e ela tem dois de seguida.
Neste ponto, já estávamos exaustas, já eram 18:30, já estávamos nisto desde as 16:00, ficamos um bocado deitadas aos beijos.

Pouco depois ela foi para casa.
Hoje em dia já passou mais de 1 ano e meio, posso dizer que perdi uma empregada, mas em compensação ganhei uma amante.

E hoje a Augusta vem cá a casa fazer a “limpeza”…
Se gostarem, votem e comentem
Beijinhos e abraços

Contos Relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *