Fui sem calcinha na loja de sapatos

Como quem leu meus outros contos já sabe, Me chamo Silvia, sou gaúcha, casada, mas adoro sexo e não resisto a dar uma escapadas sempre que posso. E adoro escrever as histórias das minhas “aprontadas”. Aqui no site tenho vários amigos leitores que me incentivam. Um em particular, que chamaremos FF adora me fazer sugestões muito excitantes de safadezas para praticar.

Então querido amigo F, como prometi vou contar aqui o que aprontei seguindo uma das tuas ideias. Dia desses consegui uma tarde livre, vesti uma saia pelo meio da coxa. uma blusa com um decote generoso e bem solto e fui a luta. a Sugestão : provocar vendedores de lojas aqui no centro. Aqui em POA, tem umas ruas pequenas com varias pequenas lojas do mesmo tipo lado a lado. Meu ponto de partida foi esse. Escolhi lojas com vendedores homens.

Entrava pedia pra ver calçados e pedia ajuda para experimentar. Ajoelhados ou agachados na minha frente os vendedores podiam ter uma bela visão das minhas pernas até o alto das coxas, e uns mais sortudos e ousados , até umas rápidas vistas por dentro da saia…onde NÃO havia nenhuma calcinha…fiz algumas vezes com resultados muito excitantes..uns meio constrangidos , uns mais abusados tentando a sorte dando umas olhadas descaradas…até que…

Pois é. Quase na hora do comércio fechar entrei numa loja pequena atendida pelo dono, com calçados e roupas de couro. Pedi logo para ver varias sandálias e ele veio ajudar. era baixinho pouco mais alto que eu já meio careca, forte (mais pra gordinho). Pelos 50 anos eu calculei. Ao sentar para provar os calçados dei um jeito da saia subir bem alto nas coxas. Ele segurava meu pé pra calçar e tinhas mãos grandes e quentes. Eu abaixava para olhar bem as sandálias

fazendo minha blusa com decote solto descer deixando uma boa abertura e uma visão generosa dos meus seios sem sutian….uma tortura rsrsrsrsrsrs. E quando erguia um pouco a perna para calçar….dava pra ela ver até o alto das coxas um pouco debaixo da saia. Ele começou a ficar vermelho. segurava meu tornozelo para ajeitar o calçado e ia subindo a mão pela minha perna quase até atrás do joelho. Como a loja estava vazia e ele estava começando a ficar “ousado”. Dei uma “cortadinha” e fui ver umas jaquetinhas perto do provador e peguei para experimentar. Mas falei para ele ” desculpa eu sei que já esta no seu horário e eu tomando seu tempo…Eu posso ir embora e voltar outro dia ou se o senhor preferir ir fechando a loja enquanto eu experimento esses aqui…”

Eu estava terrível naquele dia….então ele fez exatamente isso, fechou as portas e uma cortina interna…eu chamei ele no provador “O Sr. pode me ajudar aqui?” quando ele veio eu estava de costas para ele abaixada para frente, com a saia bem subida, bundinha quase de fora, mexendo na minha bolsa que estava no chão…”Esta meio escuro aqui e eu perdi uma coisa”..ouvi a respiração meio ofegante ele se aproximou por trás de mim..bem perto…aí senti aquelas mãos nas minhas coxas subindo para minha bunda. ele tocava e apertava levemente…estava tremendo um pouco…nervoso, uma gracinha!

Segurou meus quadris, se encostou em mim e senti a ereção dele através da calça me pressionando. Levando uma mão pra tras subi totalmente a saia…sem calcinha…ele começou a se mover me encoxando, se ajeitando bem no meio da minha bunda. …

Mexendo na bolsa ainda, eu falei “achei o que procurava” e estendi a mão pra trás entregando a ele um preservativo.
Ele quase engasgou quando viu. Mas pegou rapidinho a camisinha. a próxima coisa que senti foi o pau dele roçando na minha buceta…ele ajeitou e foi metendo, dando um gemidão. me segurando pelos quadris. Me fodeu ali mesmo, por trás, no provador apertado. Eu me ergui e fiquei encostada no espelho vendo ele atrás de mim com a cara muito

vermelha, me enlaçando pela cintura e mandando pica . Até que ele deu uma estocada mais forte, meteu até o talo e gozou. Pensei que ele ainda ia comer a minha bunda, mas acho que ele esgotou todo gás na primeira. Depois de um tempo ofegando, me prensando contra o espelho, ele saiu de mim e eu ajeitei a saia. eu devolvi a jaquetinha e disse

“hoje não vou levar nada”. Ele me acompanhou até a porta dizendo que por hoje eu já tinha “levado” o suficiente, me disse que voltasse sempre, de preferência naquele horário. mas não dei meu telefone nem um contato. Preferi ser a “mulher misteriosa” que fez ele feliz num fim de tarde.

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