Não resisti ao meu cunhado

Este é meu primeiro conto erótico e buscarei trazer até vocês uma pequena aventura que tive e que traz consequências até hoje.

Estou com vinte e cinco anos nasci em 1990 e sou casada há sete anos com um homem maravilhoso, que em ama e me respeita, eu também o amo e respeito, mas no fundo, no fundo de minha alma, tenho uma situação que não tenho conseguido administrar muito bem. Tenho sonhado constantemente com meu cunhado, desde que o vi na

praia, numa viagem que fizemos há cinco anos. Ele me pareceu, naquele momento, ser um homem muito maior que meu esposo, apesar de ser bem mais novo e aquela visão nunca mais abandonou meus pensamentos. Nós ficamos duas semanas em Maceió e ele desfilava diante de mim, mostrando suas prendas e eu ficava sem graça, até o dia em que ele se aproveitou que estávamos sozinhos no hotel, pois meu esposo, a esposa dele e meus sogros, saíram para

caminhar na praia e nós ficamos para trás, sem saber da situação de um e outro. Quando eu saí de meu quarto, vi que a porta do quarto dele estava apenas encostada, achei que todos estivessem me esperando para descermos todos juntos para a caminhada e entrei. Não havia ninguém no apartamento, mas eu escutava sons vindos do banheiro da suíte, cuja porta estava aberta. Entrei e ao olhar dentro do banheiro, qual foi minha surpresa ao ver meu cunhado tomando banho, completamente nu e com seu membro ereto.

Aquela visão embaçou meus sentidos e fiquei ali olhando ele se lavar e se masturbar, pois ele se tocava de forma lenta e em alguns momentos acelerava seus movimentos, até que ele gozou. Eu via seu membro expulsar grandes jatos de esperma, que bateram no vidro do box e escorreram pela parede.

Eu tive que me segurar pois minhas pernas ficaram bambas e minhas calcinhas encharcadas, do tanto que eu me molhei, vendo aquela cena. E o pior é que eu fiquei como que hipnotizada com aquilo tudo e não consegui me mover, minhas pernas não me obedeciam, apesar de minha cabeça gritar para eu sair correndo de dentro daquele quarto.
Eu o via abrindo a porta do box e saindo nu, com água escorrendo por seu corpo e seu membro, que estava amolecendo, se mostrar diante de mim. Eu não conseguia tirar os olhos daquele pinto e sim, com certeza, era muito maior que o de meu marido.

Ele me viu e num primeiro momento fez menção de se cobrir, mas depois decidiu apenas jogar a toalha sobre os ombros e sair em direção ao quarto, passando por mim que apenas virei o corpo para continuar apreciando aquele espetáculo de homem.
Ele começou a se enxugar, sempre me olhando e eu vendo que seu membro começou de novo a ficar muito duro, apontando para frente e para cima.

Quando estava totalmente seco ele foi se aproximando de mim e eu instintivamente levei a mão ao seu membro e o segurei. Ele então, me pressionou contra a parede e levou sua mão até minha perna, onde a segurou e a elevou de modo que eu a pousasse em sua cintura, arredou o tecido de minha calcinha para o lado e colocou a ponta de seu membro bem na entrada de minha xoxota e empurrou, entrando dentro de mim.

Eu gemi com sua penetração e senti minhas carnes serem distendidas pelo maior calibre de seu membro. Minha boca estava seca e eu gemia como uma desvairada a medida que ele entrava e saia de dentro de mim.
Por fim, não aguentando mais tanto prazer, eu enlacei seu pescoço e busquei subir minha outra perna, abraçando seu quadril de modo que ficasse completamente aberta e exposta às suas penetrações.
Ele sustentou meu corpo e continuou me penetrando até que eu explodi num gozo maravilhoso e ele jorrou um volume de esperma imenso dentro de mim, nem parecia que havia acabado de gozar dentro do box.

Naquele frenesi, eu cheguei a morder seu ombro, marcando-o levemente, mas na realidade eu queria mesmo era meter o dente com toda força e deixar indelevelmente marcada em sua pele, a marca que ele deixara em minhas entranhas. Enquanto ia apertando meus dentes, lembrei-me de nossa situação de casados e então afrouxei a mordida de modo a não o machucar, como certamente o faria.

Eu senti seu membro ir amolecendo e abandonando minhas entranhas, e então fui descendo meu corpo e me separando dele. Nesse momento minha sanidade voltou e sai correndo daquele quarto, deixando-o em pé, sem saber muito bem como reagir.

Os demais dias de férias foram um inferno, pois apesar de conseguirmos disfarçar, de nossas cabeças não saia o ocorrido e quando voltamos para Minas Gerais, ele me procurou e eu o evitei, quando na realidade não conseguia tirar da cabeça e nem de meu corpo seu cheiro e seu calor.

Como proteger meu casamento, quando na realidade queria ser possuída de novo por aquele homem. As consequências poderiam ser terríveis para mim para nós.

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