A Raquel fodeu o amante casado da colega

Há mais de vinte anos, Raquel ainda era uma jovem mulher no início da casa dos 20 anos. Baixa, com um corpo já escultural e extremamente sensual: seios firmes e redondos, cintura fina, ancas bem desenhadas e um cu redondo, empinado e perfeito que fazia os homens virarem a cabeça. Tinha acabado de começar a trabalhar numa empresa mais pequena.


O M era mais velho, tinha cerca de 27 anos, casado há pouco tempo, mas não resistia a uma saia. Andava enrolado com a Carla, uma colega de Raquel.
Raquel namorava com o António, mas já fodia às escondidas com o N, o cunhado. O risco deixava-a molhada.
Tudo começou numa tarde em que ficaram os dois a trabalhar até mais tarde no escritório. Só eles no espaço silencioso. M aproximou-se da secretária dela:

— Raquel, tu és perigosa… chegas aqui com esse corpo e deixas os homens todos loucos. Eu incluído.
Ela sorriu, cruzando as pernas devagar, a saia subindo um pouco.

— E tu és casado… mas isso não te impediu de andar com a Carla. Eu sei de tudo.
M riu e sentou-se na borda da secretária.

— E tu? Namoras com o António mas ouvi dizer que andas a dar ao cunhado. Somos parecidos, então.
Raquel levantou-se, aproximou-se dele e passou a mão pelo peito forte.
— Talvez. Gosto de foder. Gosto de caralho bom. Queres ver se o teu é bom o suficiente?
M agarrou-a pela cintura, puxou-a e beijou-a com força, língua invadindo a boca dela enquanto as mãos grandes apertavam o cu empinado por cima da saia.
— Sempre quis foder-te — murmurou ele entre

beijos. — Esse cu redondo… parece feito para levar caralho.
Raquel gemeu na boca dele, esfregando o corpo jovem e quente contra o dele.
— Então fode-me. Aqui. Agora. Quero sentir como fodes a Carla e como vais foder-me a mim.
M levantou-a para cima da secretária, abriu as pernas dela e puxou as cuecas para o lado. Baixou a cabeça e lambeu a cona já molhada com vontade, língua grossa girando no clitóris.

— Ahhh… sim… lambe-me, M! Chupa essa cona jovem… assim! — gemia Raquel, segurando a cabeça dele, rebolando as ancas.
Ele chupava com fome, enfiando dois dedos grossos, fodendo-a enquanto a língua trabalhava.
— Tão molhada… tão apertada… és uma putinha nova.
Raquel puxou-o para cima.
— Quero o teu pau. Mostra-me.

M abriu as calças e tirou um pau grosso, comprido e duro. Raquel agarrou-o com a mão pequena e masturbou devagar.
— Que caralho grande… vai abrir-me toda.
Ele posicionou na entrada e empurrou, enfiando tudo de uma vez. Raquel soltou um gemido longo e alto.
— Ahhh… fode… estás a rasgar-me! Mete tudo!

M começou a foder com força, estocadas profundas e rápidas, segurando as ancas dela.
— Que cona apertada… tão quente! Rebola esse cu pra mim, Raquel!

— Fode-me forte! Sou nova mas adoro caralho! Mais fundo… assim! — gritava ela, as pernas em volta da cintura dele.
A secretária rangia com as investidas. M fodia como um animal jovem, suado, gemendo:
— Vou foder-te melhor que o teu cunhado. Este cu é meu agora.
Virou-a de costas, inclinou-a sobre a secretária e

meteu novamente, batendo com força. Dava tapas no cu redondo, vendo a carne tremer.
— Olha este cu… empina mais! Quero foder-te o cu também.
Raquel empinou-se toda, olhando para trás com olhos cheios de luxúria.
— Enfia no cu… quero tudo hoje. Fode-me os dois buracos!

M cuspiu e empurrou o pau grosso no cu apertado dela. Raquel gemeu alto, mordendo o lábio.
— Devagar… ahhh… que grosso… agora fode! Rasga o meu cu!
Ele meteu com força, fodendo o cu jovem e apertado com estocadas intensas, uma mão no clitóris dela.
— Que cu perfeito! Tão redondo… tão apertado! Vou encher-te de esporra!

Foderam assim durante muito tempo — na secretária, contra a parede, ela sentada no colo

dele cavalgando com vontade, gemendo e dizendo safadezas:
— Mete mais! Sou tua putinha da empresa! Fode-me como fodes a Carla! Quero esporra!
M gozou primeiro, enchendo o cu dela de esporra quente. Raquel gozou logo depois, o corpo tremendo, cona pingando.

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